Responsável Técnico

Dr. Denis Valente | Cirurgião plástico

CREMERS 24617 | RQE 18465

PROBLEMAS DO USO INADEQUADO DE CORSET CORSELET OU TIGHT LACING


DEFORMAÇÃO DO TÓRAX

Os dois últimos pares de costelas do nosso tórax são chamados de flutuantes. Isso porque elas não são tão firmes quanto as outras, já que não se fixam no osso chamado esterno. Ao optar por usar um corselet, as mulheres estão deformando a caixa torácica, empurrando esses ossinhos para dentro.
RESPIRAÇÃO PREJUDICADA
As mulheres têm uma respiração predominantemente abdominal e o corset apertado faz com que a expansão da região do abdômen seja dificultada.A expansibilidade e a capacidade pulmonar ficam reduzidas, podendo gerar atelectasia, que é a dificuldade de uma área do pulmão conseguir se expandir.
VARIZES
O uso de corselets através do tight lacing pressiona os vasos do abdômen, prejudicando o retorno do sangue para o coração. Com isso, o sangue fica parado nas pernas, o que pode causar inchaço e varizes.
ATROFIA MUSCULAR
Ficar muito tempo com o corselet causa fraqueza da musculatura paravertebral e lombar. Isso faz com que a parede abdominal fique fraca e deixe de ser suficiente para manter a postura e a estabilidade do tronco.
PROBLEMAS DIGESTIVOS
Quem usar o tight lacing durante as refeições vai comprimir o estômago, reduzindo o seu volume. Isso faz com que a alimentação adequada seja dificultada. Além disso, o acessório também atua impedindo a expansão abdominal após a alimentação e diminuindo os movimentos do sistema digestivo.
COMPRESSÃO DE ÓRGÃOS ABDOMINAIS
O uso de corselets pode gerar uma compressão muito grande aos órgãos abdominais. Em casos muito extremos, pode acontecer uma síndrome compartimental abdominal, que provoca diminuição do fluxo de sangue aos órgãos dessa região.

Cirurgia Plastica de retirada de costelas para afinar a cintura


RETIRADA DE COSTELAS PARA AFINAR A CINTURA
O corpo humano tem 12 pares de costelas que protegem o coração, os pulmões, o fígado e o baço. Essas estruturas, formadas por osso e cartilagem, saem da coluna vertebral, contornam o torax e se unem ao esterno (osso do peito). Os dois últimos pares são os únicos que não se unem na frente sendo chamadas de costelas flutuantes. esses dois pares são os que geralmente retiramos para fazer essa cirurgia através de uma cicatriz situada no sulco submamário (mesma incisão utilizada para colocar implantes de silicone).
A posição Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica é contrária ao procedimento para fins de afincamento da cintura, porém é favorável para cirurgias de reparação de nariz e orelha por exemplo. A retirada das costelas flutuantes para fins estéticos continua gerando debate no meio médico e repercutindo na imprensa. Parece haver uma névoa em torno deste procedimento pois supostamente várias cantoras e artistas de cinema se submeteram a operação sem admitirem tal fato. Isto já é suficiente para que haja um alvoroço na mídia e a existência de várias candidatas à sua realização, buscando obter uma cintura muito mais fina do que a média.
Embora seja um procedimento de fácil execução não está isento de complicacões, podendo haver lesões de pleura, pulmões e de estruturas abdominais, além de apresentar riscos inerentes a qualquer procedimento cirúrgico como infecção, aparecimento de seroma e transtornos de cicatrização.

CIRURGIA DE AUMENTO DE BUMBUM COM IMPLANTES DE SILICONE


Existem vários tipos, volumes, formas e modelos de prótese de glúteo, cada uma com diferentes indicações dependendo do objetivo, características anatômicas e biótipo de cada pessoa. Os implantes de silicone podem variar na forma que pode ser redonda ou oval, nos volumes que podem ir de 100 até 500 ml, nos tipos que podem ser de gel de silicone ou de solução salina e quanto ao modelo que pode ser perfil baixo, moderado ou alto.
Como em todo procedimento cirúrgico, antes de se submeter à cirurgia, o paciente deve passar por uma adequada avaliação pré-operatória, onde é avaliado o histórico médico, exame físico e são solicitados exames complementares de acordo com cada paciente. A cirurgia pode ser feita com sedação e anestesia local, peridural, raquidiana ou geral. Após a anestesia é feita uma incisão no sulco interglúteo (prega entre as nádegas) de 5 a 8 cm, para colocar o implante no meio das fibras dos músculos glúteos moldando-os conforme a necessidade. Essa abertura pode ser fechada com pontos, grampos ou cola cirúrgica. O pós-operatório costuma ser mais doloroso que a de um implante de mama, pois há uma distensão das fibras musculares no bumbum, no entanto, cede com analgésicos usuais. O paciente precisa evitar deitar de barriga para cima por duas semanas, é prescrito o uso de cintas modeladoras, manter a região glútea bem higienizada e evitar esforços físicos. Dependendo do trabalho que exerce, pode voltar às atividades em duas semanas. Já os exercícios físicos só são liberados após dois meses da cirurgia. Exercícios que façam muita força na musculatura do bumbum (como o Leg Press), bem como injeções nos glúteos são proibidos definitivamente. O procedimento é indicado para pessoas saudáveis e dentro do peso. Pessoas que possuem o bumbum muito flácido e caído se beneficiam mais com uma cirurgia de lifting de glúteo. Assim como a prótese de mamas, a colocação do silicone no bumbum também pode apresentar hematomas, infecção e cicatrizes desfavoráveis. O resultado definitivo pode ser notado após três meses da cirurgia, pois nesse período a cicatriz ganha força, o implante se acomoda melhor e os inchaços são reduzidos.

BLEFAROPLASTIA CIRURGIA DE PÁLPEBRAS


Blefaroplastia é a cirurgia plástica que modifica o aspecto das pálpebras superiores e inferiores, diminuindo bolsas de gordura, rugas, flacidez e com isso rejuvenescendo a região em torno dos olhos.

Essa cirurgia plástica costuma ser procurada por pacientes com mais de 25 anos. Ela está indicada para quem tem excesso ou flacidez de pele nas pálpebras, para quem tem bolsas de gordura na pálpebra inferior e para quem tem queda da pálpebra em função do excesso de pele. A cirurgia também pode ser feita para remoção de xantelasmas (pequenas bolinhas de colesterol que se formam nas pálpebras), além de rugas na pálpebra inferior.

É realizada anestesia local com sedação. A cirurgia dura por volta de 40 minutos a uma hora e meia

O cirurgião marca o excesso de pele e corta com o bisturi removendo também as bolsas de gordura, em seguida cauteriza com bisturi elétrico e dá pontos da região exterior das pálpebras. Os pontos podem ser absorvíveis (que caem sozinhos) ou removíveis. Alguns cirurgiões usam adesivos cirúrgicos de pele ao invés de pontos.

LIPOESCULTURA


A lipoescultura envolve a combinação das técnicas de lipoaspiração e lipoenxertia. A lipoenxertia usa a gordura em excesso removida de alguma outra região do corpo através da lipoaspiração da própria paciente para esculpir o corpo, de modo a preencher, aumentar e modelar as estruturas flácidas, depressões ou áreas com pouco tecido adiposo.

As cânulas de lipoaspiração são introduzidas através da pele e chegam na camada adiposa, de onde aspiram – através de um sistema de vácuo – a gordura localizada. Os pontos em que são inseridas as cânulas variam de acordo com a anatomia do paciente e a técnica usada pelo cirurgião.

A lipoaspiração pode ser feita com anestesia geral, peridural ou local, dependendo da quantidade de regiões abordadas, preferências do médico e saúde do paciente. Em geral, as cicatrizes de lipoaspiração medem cerca de 1 a 2 centímetros.

Em seguida a gordura é tratada – é feita a retirada de células de gordura rompidas, de sangue e de anestésico – e a gordura e enxertada em um novo local. Essa gordura filtrada é colocada através de finas seringas no local desejado, dando volume e forma nova ao local.  A lipoaspiração pode ser realizada em qualquer região que haja gordura localizada. A principio, em qualquer parte se pode recolocar a gordura aspirada e tratada, as áreas de maior procura por aplicação de gordura são glúteos, face, mãos e mamas.

Assim como qualquer procedimento cirúrgico, a lipoescultura também está sujeita a eventuais complicações que podem ser desde alterações mais leves como inchaço prolongado, seroma (que é o acúmulo de líquido no espaço que foi criado pela lipoaspiração), infecções a complicações mais graves que vão desde a necrose da pele ou da gordura enxertada, o que pode levar a um abscesso,  até embolia pulmonar ou choque anafilático da anestesia podendo levar ao óbito.

As complicações específicas da lipoescultura são relacionadas, geralmente, ao resultado insatisfatório que possa se obter, como:

– Irregularidades (pele enrugada, ondulada, desnivelada);

– Problema de base, como depressões ou deformidades, não resolvidos;

– Hipercorreção do problema de base (caso o bumbum fique maior do que o esperado, por exemplo)

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