Responsável Técnico

Dr. Denis Valente | Cirurgião plástico

CREMERS 24617 | RQE 18465

LIPOASPIRAÇÃO ENGORDA OU EMAGRECE?


Cada vez mais pessoas com corpos atléticos, mas com áreas de gordura localizada têm buscado a lipoescultura. Em função de remover grande volume de gordura uma lipoaspiração pode ter efeitos indiretos sobre o metabolismo do corpo, vamos conhecer alguns?
O corpo humano nasce com um número de células de gordura geneticamente determinada, e este número raramente muda no decorrer da nossa vida. Após uma lipoaspiração, o número total de células degordura no corpo diminui permanentemente, deixando um menor número total de células a ser influenciado por fatores internos e externos. Embora estes fatores e as suas associações não sejam completamente definidas, existe uma quantidade significativa de pesquisas para determinar a ligação entre as células de gordura, o metabolismo, a fome e o apetite.
Se sabe que a leptina é um hormônio produzido pelas células de gordura que ajuda a regular o balanço de energia através da inibição da fome. A leptina é a oposição das ações do hormônio grelina, também conhecido como o “hormônio da fome”. Na obesidade, diminuição da sensibilidade à leptina ocorre, resultando em uma incapacidade de detectar a saciedade, apesar de alta ingesta alimentar, assim ocorre um grande impacto sobre o aumento de fome e de gordura.
Sabendo que há uma conexão fisiológica entre o número de células de gordura, o tamanho e metabolismo do corpo, pode a lipoaspiração por si só influenciar a perda de peso?
Eu tenho muitos pacientes que relataram uma significativa perda de peso após a cirurgia de lipoaspiração, com poucas alterações na sua dieta e rotina de exercícios. No entanto, a maioria dos meus pacientes parece obter maior motivação após o procedimento gerando impactos sua mudança física. Eles vão para reeducação alimentar e aumento de exercício e vejo mudanças, nas visitas de acompanhamento, muito maiores do que poderia ter sido previsto por resultados procedimento sozinho.
Teoricamente, se o número de células de gordura diminuiu após a cirurgia, deveria haver menos leptina disponível inibir a fome e o apetite deveria aumentar. Embora isto seja apenas especulação, e os meandros do metabolismo dão muito maiores do que grande um ciclo de feedback simples, é um conceito interessante a respeito de porque as mudanças corpóreas importantes podem ser observados bem além do procedimento cirúrgico inicial.

CIRURGIA ESTÉTICA DO NARIZ


Na cirurgia plástica indicada para correção estética do nariz, existem inúmeras possibilidades: aumentar, diminuir, dar projeção à ponta, afinar as asas nasais, reduzir a “batata” da ponta, arrebitar, encurtar, alongar, descer e até diminuir a giba óssea, que é como chamamos o “calo” do nariz.
A prática da rinoplastia é bastante antiga. Obviamente, nos dias atuais, há um amplo conhecimento da fisiologia nasal, bem como da anatomia do segmento nasal. Com isso, há uma constante evolução das técnicas de plástica nessa região.
Existem 2 principais divisões em rinoplastia: as feitas por via endonasal (fechada) e as exorrinoplastias (por via aberta), houve um progresso em relação as técnicas cirúrgicas empregadas, cada vez mais precisas e tirando o estigma de nariz operado em função de não ser mais somente uma cirurgia de redução, mas também um procedimento de reestruturação. Avanços ocorreram também no que diz respeito à recuperação dos pacientes, que é cada vez mais rápida. Visto que existem combinações de técnicas que permitem não colocar tampões dentro do nariz, bem como não utilizar gesso.

LÁBIOS E CIRURGIA PLÁSTICA


Os lábios podem ser modificados no tamanho, desenho, volume, forma e relevo.
O modelo labial mais solicitado atualmente dá muita importância à forma e volume dos lábios, com uma certa tendência ao exótico, porém, nem todos os rostos admitem este tipo de estética, basta recordar as aberrações de lábios deformados em algumas personalidades famosas, que podemos observar na mídia.
A harmonia facial que determinará que tipo de lábio estará em equilíbrio com o resto. A longitude vertical do lábio superior está relacionada com a projeção da base do nariz. O lábio superior deve estar levemente a frente do inferior e ser ligeiramente mais fino.
Os lábios podem ser modificados das seguintes formas:
Cirurgias: Levamos tecidos do próprio lábio de uma parte para outra com uma técnica chamada em VY: deslocamos músculo e mucosa para frente e para fora, aumentando o volume e altura do lábio. Quando, além de um lábio fino, há também uma grande distancia entre o vermelhão e as fossas nasais, pode ser necessário uma ressecção da pele, junto ao vermelhão (Bardotização) ou na base do nariz (asa de gaivota), visando modificar as proporções e diminuir as rugas ocasionadas pela flacidez da pele.
Enxertos: A gordura é o mais feito, retiramos do abdômen, coxas ou braços, o grande problema é a absorção. Quando intervimos simultaneamente em outras zonas que nos servem de doadoras, principalmente em caso de lifting facial, utilizamos aponeuroses porque a reabsorção é mínima, mas pode provocar irregularidades devido a contração cicatricial.
Ácido hialurônico: é um preenchimento onde mecanismo conseguimos aumento não só pelo volume que se introduz mas também pelas moléculas de água que ele atrai promovendo também uma hidratação labial. A duração é imprecisa e individual, geralmente de 3 a 20 meses.

DRENAGEM LINFÁTICA APÓS CIRURGIA PLÁSTICA


A drenagem linfática auxilia na redução do inchaço, evita o acúmulo de líquidos no espaço criado pela lipoaspiração (seroma), ativa a circulação sanguínea e alivia a dor. Ainda, através da drenagem linfática manual ou com aparelhos, é possível auxiliar na remoção mais precoce de hematomas, acelerar o processo de cicatrização e recuperação pós-operatória, bem como, minimizar ondulações, irregularidades e diminuir o tempo de duração das fibroses que geralmente surgem no pós-operatório. A drenagem linfática deve ser feita de maneira que estimule a circulação linfática geral: na área operada, deve ser mais detalhada e direcionada, de maneira lenta e delicada com o intuito de diminuir o processo inflamatório provocado pela cirurgia plástica corporal. Já para a cirurgia plástica facial a drenagem linfática é indicada em poucos casos devendo ser feita somente após a liberação do seu médico.

GLUTEOPLASTIA DE AUMENTO COM IMPLANTE DE SILICONE


O contorno do bumbum varia de acordo com as características genéticas individuais, bem como dos hábitos alimentares e atividades físicas. Com o avançar da idade há uma tendência a diminuição do volume e a queda do bumbum. Além disso, as variações de peso propiciam uma indesejável flacidez nessa área.

Para a colocação de implantes de silicone fazemos uma incisão de cerca de 5 centímetros no sulco que divide o bumbum (logo acima do ânus). Através desse orifício dividimos algumas fibras musculares glúteas e colocamos o implante dentro da musculatura da região glútea. Com isso o implante fica protegido pelo músculo e dificilmente será palpável ou visível. Os implantes que utilizamos são de silicone gel e costumam ser muito semelhantes aos utilizados na cirurgia de aumento de seios. Entretanto, os implantes glúteos tem um formato mais alongado e achatado e um revestimento bem mais espesso, visto que no bumbum o implante sofre maiores pressões do que na mama.

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