Responsável Técnico

Dr. Denis Valente | Cirurgião plástico

CREMERS 24617 | RQE 18465

PREENCHIMENTO DE LÁBIOS


O aumento labial é realizado com substâncias chamadas preenchedores. Eles se dividem principalmente entre temporários e definitivos. Esse tratamento costuma ter 2 principais objetivos:

1. Restaurar o volume labial perdido ao longo do tempo (bem como as rugas ao redor da boca em indivíduos que fumam ou tomam muito chimarrão)

2. Realçar os contornos dos lábios em pessoas que nunca tiveram lábios mais proeminentes.

Logo após a sessão do tratamento, pode ocorrer um leve inchaço na área, que desaparece em alguns dias e pode ser minimizado com a aplicação de gelo. Há também o risco de hematomas, o que exige a aplicação de um creme específico.
O preenchedor labial mais utilizado atualmente, o ácido hialurônico, é uma substância natural de nosso corpo e não costuma causar reações indesejadas definitivas. O ácido hialurônico além de eliminar algumas linhas de expressão, atrai moléculas de água para induzir a formação do próprio colágeno de cada pessoa produzindo hidratação e sustentação local.

CIRURGIA ÍNTIMA: QUANDO FAZER?


1. excesso do tamanho dos pequenos lábios vaginais, estes estão geralmente maiores que os grandes lábios vaginais.
- o excesso de pequenos lábios atrapalha a relação sexual, na hora da penetração.
- estes, muitas vezes estão bem escurecidos e o volume aumentado provoca uma maior umidade e odores indesejados.

2. excesso do tamanho dos grandes lábios vaginais, trazendo um volume maior na calcinha, biquíni e roupas de ginástica.
- causam também aumento da umidade da região, favorecendo crescimento de fungos e odores.

3. monte de Vênus volumoso ( região pubiana), são mais problemas estéticos nas vestimentas, saias justas, shorts, calças de ginástica. É um excesso de gordura localizada.

4. períneo, com cicatrizes inestéticas, por partos normais anteriores e as vezes, com excesso de pele pela episiotomia ( corte na vulva, para facilitar o parto normal )

5. introito vaginal alargado, por flacidez  deste anel muscular.

6. alargamento do canal vaginal, devido também a partos normais anteriores, com flacidez maior da musculatura do períneo posterior.

7. excesso de pele ao redor do ânus, por esforços contínuos para evacuar, hemorroidas antigas, chamadas de plicomas anais.
- estes acima favorecem a mulher ficar com a calcinha suja de fezes, sendo bem desagradável e constrangedor para a mulher.

8. excesso do tamanho do clítoris, por vezes pelo uso de anabolizantes em academias ( adquiridos), ou hereditários.
- pode ser reduzido parcialmente, para não perder a sensibilidade.

9. clítoris embutido dentro do prepúcio, que é a continuidades dos pequenos lábios vaginais. Pode ficar totalmente escondido, prejudicando a sensibilidade.
- há uma redução parcial do prepúcio do clítoris, para expor o mesmo que está escondido ( “como cirurgia de fimose que expõe a glande parcialmente”).

10. alterações emocionais, desconfortos sexuais, vergonha dos genitais, corrimentos de repetição, também indicam esta realização da cirurgia.

Estas cirurgias podem ser realizadas sob anestesia local e sedação leve.

OTOPLASTIA ( plástica de orelhas)


A cirurgia das orelhas ou Otoplastia, costuma ser indicada quando:
1. as orelhas forem mais afastadas do crânio ( de abano )
2. quando elas estiverem bem abertas ( de abano )
3. quando as orelhas forem mais lisas, sem todas as dobras naturais
4. apelidos pejorativos desde a infância, sofrer bullying na escola ou trabalho, complexos internos da pessoa desde a adolescência, prejudicando principalmente as meninas por terem que “prender” os cabelos nas aulas de educação física, evitar de cortar os cabelos, homens usarem cabelos longos fora da moda e tantos mais….
Sobre a cirurgia:
1. a partir dos 5 a 6 anos, justamente para prevenir os apelidos e bullyings. As orelhas nesta idade já tem o tamanho e o formato do adulto
2. entre 5 aos 12 anos, é feita em hospital, sob uma anestesia geral, mais leve
3. a partir do 12 anos, pode ser realizada com anestesia local com ou sem uma sedação bem leve, ambulatorialmente ou clínica
4. tanto em crianças como em adultos, tem alta após algumas horas
5. não é uma cirurgia invasiva, é relativamente rápida
6. fica com faixa compressora na cabeça por 4 dias, para evitar dores, hematomas ou desdobrar as orelhas ao dormir
7. a incisão fica na parte posterior das orelhas.

PROBLEMAS DO USO INADEQUADO DE CORSET CORSELET OU TIGHT LACING


DEFORMAÇÃO DO TÓRAX

Os dois últimos pares de costelas do nosso tórax são chamados de flutuantes. Isso porque elas não são tão firmes quanto as outras, já que não se fixam no osso chamado esterno. Ao optar por usar um corselet, as mulheres estão deformando a caixa torácica, empurrando esses ossinhos para dentro.
RESPIRAÇÃO PREJUDICADA
As mulheres têm uma respiração predominantemente abdominal e o corset apertado faz com que a expansão da região do abdômen seja dificultada.A expansibilidade e a capacidade pulmonar ficam reduzidas, podendo gerar atelectasia, que é a dificuldade de uma área do pulmão conseguir se expandir.
VARIZES
O uso de corselets através do tight lacing pressiona os vasos do abdômen, prejudicando o retorno do sangue para o coração. Com isso, o sangue fica parado nas pernas, o que pode causar inchaço e varizes.
ATROFIA MUSCULAR
Ficar muito tempo com o corselet causa fraqueza da musculatura paravertebral e lombar. Isso faz com que a parede abdominal fique fraca e deixe de ser suficiente para manter a postura e a estabilidade do tronco.
PROBLEMAS DIGESTIVOS
Quem usar o tight lacing durante as refeições vai comprimir o estômago, reduzindo o seu volume. Isso faz com que a alimentação adequada seja dificultada. Além disso, o acessório também atua impedindo a expansão abdominal após a alimentação e diminuindo os movimentos do sistema digestivo.
COMPRESSÃO DE ÓRGÃOS ABDOMINAIS
O uso de corselets pode gerar uma compressão muito grande aos órgãos abdominais. Em casos muito extremos, pode acontecer uma síndrome compartimental abdominal, que provoca diminuição do fluxo de sangue aos órgãos dessa região.

Cirurgia Plastica de retirada de costelas para afinar a cintura


RETIRADA DE COSTELAS PARA AFINAR A CINTURA
O corpo humano tem 12 pares de costelas que protegem o coração, os pulmões, o fígado e o baço. Essas estruturas, formadas por osso e cartilagem, saem da coluna vertebral, contornam o torax e se unem ao esterno (osso do peito). Os dois últimos pares são os únicos que não se unem na frente sendo chamadas de costelas flutuantes. esses dois pares são os que geralmente retiramos para fazer essa cirurgia através de uma cicatriz situada no sulco submamário (mesma incisão utilizada para colocar implantes de silicone).
A posição Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica é contrária ao procedimento para fins de afincamento da cintura, porém é favorável para cirurgias de reparação de nariz e orelha por exemplo. A retirada das costelas flutuantes para fins estéticos continua gerando debate no meio médico e repercutindo na imprensa. Parece haver uma névoa em torno deste procedimento pois supostamente várias cantoras e artistas de cinema se submeteram a operação sem admitirem tal fato. Isto já é suficiente para que haja um alvoroço na mídia e a existência de várias candidatas à sua realização, buscando obter uma cintura muito mais fina do que a média.
Embora seja um procedimento de fácil execução não está isento de complicacões, podendo haver lesões de pleura, pulmões e de estruturas abdominais, além de apresentar riscos inerentes a qualquer procedimento cirúrgico como infecção, aparecimento de seroma e transtornos de cicatrização.

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